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sábado, 27 de dezembro de 2008

Rita Lee - Atrás do pôrto tem uma cidade (1974)


Adoro este disco, vi o show no Teatro Ipanema, sensacional!!! O álbum tem ótimas letras o que alias é marca registrada da Tia Rita. Altamente recomendado!

Atrás...

Senha: contramao

De pés no chão
Yo no creo pero...
Tratos à bola
Menino bonito
Pé de meia
Mamãe Natureza
Ando jururu
Eclipse do cometa
Círculo vicioso
...Tem uma cidade

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

A Côr do Som - Frutificar




Frutificar







1 - Frutificar (Mu)
2 - Abri a porta (Dominguinhos - Gilberto Gil)
3 - Ticaricuriquetô (Armandinho)
4 - Beleza pura (Caetano Veloso)
5 - Pororocas (Luiz Brasil - Armandinho)
6 - Swingue menina (Mu - Moraes Moreira)
7 - Assanhado (Jacob do Bandolim)
8 - Itacimirim (Armandinho)
9 - Viver pra sorrir (Mu - Armandinho)
10 - Frutificar (Mu)

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Heitor Villa-Lobos - Bachianas Brasileiras (1956)


A série das 9 Bachianas Brasileiras é a mais conhecida obra de Villa-Lobos, apreciem!!

A maior fonte da popularidade mundial de Villa-Lobos é, sem sombra de dúvida, a Bachiana Brasileira número 5.
Otto Maria Carpeaux afirma que a mais bela melodia do século XX é a Pavane pour une Infante Defuncte, de Ravel.
É possível que ele esteja certo.
Mas a mais perfeita invenção melédica do século, para solo vocal sem palavras, é a célebre ária, "Cantilena", da quinta Bachiana.
Nem mesmo o Vocalise, de Rachmaninoff, consegue atingir o mesmo nível de comunicação em peças para solo de soprano sem
palavras. A ária apresenta uma seção intermediária sobre os versos de Ruth Valladares Correia. Composta na forma A-B-A,
a parte sem palavras é retomada no final, a bocca chiusa (boca fechada), traduzindo toda a nostalgia de um certo tipo de
mulher brasileira. A segunda parte da Bachiana número 5 é o Martelo, composta com versos de Manuel Bandeira, de interpretação
dificílima para sopranos não brasileiros.
Todo compositor que se preza tem seu ponto de maior popularidade. Villa-Lobos tem a quinta Bachiana.

Arquivo em nove partes (@192)

101-introduction (embolada)
102-prelude (modinha)
103-fugue (conversa)
http://www.4shared.com/file/72340578/f8e59235/contramaoprogrockblogspotcom-Villa-Lobos-BB-bra-56-vol1.html

201-prelude (canto do capadocio)
202-aria (canto da nossa terra)
203-danse (lembranca do sertao)
204-toccata (o trenzinho do caipira)
http://www.4shared.com/file/72343834/8f5227a7/contramaoprogrockblogspotcom-Villa-Lobos-BB-bra-56-vol2.html

301-prelude (ponteio)
302-fantaisie (devaneio)
303-aria (modinha)
304-toccata (picapau)
http://www.4shared.com/file/72348780/b796fa49/contramaoprogrockblogspotcom-Villa-Lobos-BB-bra-56-vol3.html

401-prelude (introducao)
402-choral (canto do sertao)
403-aria (cantiga)
404-danse (miudinho)
http://www.4shared.com/file/72351721/7a16446f/contramaobrasilblogspotcom-Villa-Lobos-BB-bra-56-vol4.html

501-aria (cantilena)
502-danse (martelo)
http://www.4shared.com/file/72353508/987182ac/contramaobrasilblogspotcom-Villa-Lobos-BB-bra-56-vol5.html

601-aria (choro)
602-fantaisie
http://www.4shared.com/file/72355092/8ac64dcc/contramaobrasilblogspotcom-Villa-Lobos-BB-bra-56-vol6.html

701-prelude (ponteio)
702-gigue (quadrilha caipira)
703-toccata (desafio)
704-fugue (conversa)
http://www.4shared.com/file/72362869/4ee89b5a/contramaobrasilblogspotcom-Villa-Lobos-BB-bra-56-vol7.html

801-prelude
802-aria (modinha)
803-toccata (catira batida)
804-fugue
http://www.4shared.com/file/72469272/7b241fc/contramaobrasilblogspotcom-Villa-Lobos-BB-bra-56-vol8.html

901-prelude (vagaroso e mistico)
902-fugue (poco apressado)
http://www.4shared.com/file/72471073/8be5a45b/contramaobrasilblogspotcom-Villa-Lobos-BB-bra-56-vol9.html

sábado, 22 de novembro de 2008

Spectrum - Geração Bendita (1971)

Disco gravado em 1971 por uma obscura banda de Friburgo é cult na Europa, onde colecionadores pagam até US$ 2 mil pelo LP.

O álbum com pouco mais de trinta minutos reúne doze canções, com letras em português e algumas em inglês, em sua maioria falando de paz, amor liberdade, natureza e outros temas e valores expressivos do período. O instrumental, com profusão das fuzz-guitar a varrer, e os vocais à la Beatles, sintonizavam com a produção mundial e situava o trabalho do grupo acima do padrão nacional da época. Caetano lembra hoje que o disco chamou a atenção dos disc-jockeys Big Boy e Ademir, mas acabou ignorado pelo mídia. Espaço natural para divulgação do álbum, o jornal Rolling Stone, em sua versão nacional, só veio a público no início de 1972, quando o grupo já não mais existia.

Em 1967 na cidade de Nova Friburgo, vários jovens, já com dotes artísticos, começaram a se "assanhar" e ensaiar os primeiros acordes nos instrumentos que viriam a surgir. Em especial, o então jovem casal Gilda e Fernando - ela tocava acordeão e ele amante da fotografia e também da música - viriam despertar em seus dois filhos mais velhos, Fernando e Ramon o interesse pela música, principalmente para aquele novo gênero que vinha se difundindo cada vez mais, o tal Rock and roll.

Paralelamente, em toda a cidade o gosto se espalhou. Entretanto, enquanto alunos do centenário Colégio Anchieta (até então extensão da formação Jesuíta), encontraram outros colegas que manifestaram a mesma intenção - o Nando e o Caetano -, e resolveram montar uma banda. Cada um buscou aprimorar-se nas suas opções e aptidões:
Fernando na bateria, Ramon no contra-baixo, Caetano na guitarra-solo e Nando na guitarra-base.

Os ensaios foram se repetindo, inicialmente em suas próprias casas dentro do possível, tendo como repertório base, evidentemente, os Beatles, com variações da emergente Jovem Guarda e versões de músicas internacionais que mantinham a linha pretendida. Porém, à medida que os rústicos equipamentos iam aparecendo, surgiu a idéia de utilizarem possíveis locais disponíveis no Colégio Anchieta.

Em princípio, contrariando os valores até então vigentes, tiveram dificuldades para sensibilizar os gestores da Instituição quanto ao propósito. Mas, felizmente, encontraram no Coordenador Spencer, o facilitador para que tivessem um local adequado e, assim, pudessem dar continuidade ao trabalho.

Até então a banda não tinha um nome que a caracterizasse. Ocorreu, então, que num dos ensaios o Ramon - que usava um aparelho para correção dentária - levou um tremendo choque elétrico junto ao microfone, que o fez exclamar: "Parece que recebi um choque de mais de 2000 Volts...". A partir daí estava definido o nome da banda "2000 VOLTS".

Então, começaram a receber convites para tocar em festas de aniversários, colégios, outros eventos, etc. Nesse ínterim, mais um músico, o Tião (Tiãozinho) irmão do Caetano, passou a fazer parte do 2000 VOLTS, tocando guitarra-base. Foi uma fase muito divertida e saudável, quando a Banda já tinha um certo conceito, ao lado de outras que iam aparecendo, e fazendo a festa da rapaziada. Os Grupos começaram a se apresentar nos diversos Clubes da cidade e locais de expressão.

Obviamente, os músicos locais foram se aprimorando e, naturalmente foram acontecendo mudanças. No caso específico do 2000 Volts, o Nando deu lugar ao Serginho, que veio de outro grupo, mantendo-se na guitarra-base. Nessa fase o Grupo, já com um bom amadurecimento, deu um salto enorme quando se destacou de forma magnífica, especialmente nos covers dos Beatles. Em seguida veio Simon & Garfunkel, e toda uma gama de grupos, que exploravam os arranjos vocais e mantinham a beleza e a riqueza que caracterizaram aquela geração.

A essa altura foi sentida a necessidade de alterar-se o nome do Grupo que veio caracterizar aquela fase mais infanto-juvenil.

À medida em que o trabalho ia assumindo um caráter profissional, passaram a buscar uma identidade mais apropriada à proposta. Entre inúmeras sugestões surgiu, através de um professor de Física a referência ao espectro solar que reportando às 7 cores primárias, os reportou às 7 notas musicais primárias. Com um pouco de imaginação e considerando até a sonoridade e universalização do termo definiu-se o novo nome do Grupo: "SPECTRUM".

Na sequência, o Ramon foi acometido por uma enfermidade, o que fez o Tião sacrificar-se no sentido de substituí-lo no contra-baixo, com muito estudo, muita dedicação, empenho e desempenho. Entretanto, quis o destino que Tião buscasse outros caminhos profissionais que o forçariam a deixar a cidade dando lugar então, ao Toby, contrabaixista admirado de outra Banda, que aceitou o convite.

Com essa nova formação a banda começou a ampliar seu repertório, sempre tendo os Beatles como ponto de referência, incluindo Led Zeppelin, Carlos Santana, Mama's and Papa's e adjacências, mas enfatizando uma identidade muito grande com Steppenwolf, o que provocou uma diferenciação acentuada com relação aos demais Grupos.

Veio, então, o convite para fazer a trilha sonora do filme "Geração Bendita", que começava a ser rodado em Nova Friburgo. Através de contatos comuns entre os interessados, foi efetivado o compromisso e com isso a Banda deixou os palcos para se dedicar à confecção do trabalho. Neste momento o David, músico que atuava "fora do circuito" de bailes e shows, amigo dos participantes - em especial do Serginho -, foi convidado a participar da elaboração da composições, letras, arranjos, etc.

Uma vez concluído o trabalho buscou-se, no Rio de Janeiro, um estúdio que se dispusesse a produzí-lo. Estranhamente as gravadoras se fecharam até que a Todamérica Música Ltda., abriu suas portas para a concretização do mesmo. Houve a habitual distribuição de cópias de divulgação, publicidade, e tal. Porém, com a censura feita ao filme, pelo Regime Militar então vigente - a qual vigorou por cerca de dois anos -, estagnou-se, como consequência, a pretendida e sonhada divulgação do trabalho musical o qual voltou às instalações da Todamérica, e caiu no esquecimento.

A formação do Conjunto Spectrum, que gravou a trilha sonora do filme "Geração Bendita", então desmotivado, decepcionado, endividado, etc, sem Agente, sem Empresário, enfim, sem apoio, veio a desfazer-se, sem sequer realizar uma única apresentação pública.

A história do Conjunto Spectrum, com outras formações, continua... Mas, isto é para outra ocasião!

Faixas:
01. Quiabo's
02. Mother Nature
03. Trilha Antiga
04. Mary You Are
05. Maria Imaculada
06. Concerto do Pântano
07. Pingo é Letra
08. 15 Years Old
09. Tema de Amor
10. Thank You My God
11. On My Mind
12. A Paz, Amor, Você

Mais informações no site da bada

Geração Bendita

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Vox Populi - same (1969)

Banda formada no final dos anos 60, o som é muito interessante, um pop-rock psicodélico, bem legal!


A faixa "Tornado" é um barato, acredito que bem diferente para a época.


Altamente recomendado!!

Fernando Leporace - Bass
Amaury Tristão - Vocals
Guto Graça Melo - Guitar
Helvius Vilela - Piano
Getúlio Pereira - Drums
Cecília Saldanha da Gama - Vocals
Laudir de Oliveira - Percussion
Otávio Brandão - Vocals

01-Ah! (Tibério Gaspar - Helvius Vilela)
02-Caleidoscópio (Chico Lessa - José Antonio Castello)
03-Domingo (Amaury Tristão - Cesar Mourão)
04-Eu (Paulo Sérgio Valle - Marcos Valle)
05-Passarinhada (José Jorge - Ruy Maurity)
06-Tornado (Guto - Mourão)
07-Asteróide sonoro (Cesar Mourão - Edu Mello e Souza)
08-Ventania (F. Leporace - Nelson Marcio)
09-Gira girou (Milton Nascimento - Marcio Hilton)
10-Here, there and everywhere (Lennon & McCartney)
11-Vera Cruz (Milton Nascimento - Marcio Hilton)
12-Cidade grande (Amaury Tristão - Cesar Mourão)

Vox Populi

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Azimuth - same (1975)

Formado por José Roberto Bertrami nos teclados, Ivan Conti o "Mamão" na bateria e Alexandre Malheiros no baixo, o Azimuth surgiu nos anos 70 com o nome Grupo Seleção, tocando basicamente covers. Em 73 mudam o nome para Azymuth (inspirados em uma música com esse nome, de Marcos e Paulo Sérgio Valle) e dois anos depois lançam o primeiro disco, "Azymuth", que inclui a música "Linha do Horizonte".


01- Linha Do Horizonte
02- Melô Dos Dois Bicudos
03- Brazil
04- Faça De Conta
05- Caça A Raposa
06- Estrada Dos Deuses
07- Esperando Minha Vez
08- Montreal City
09- Manhã
10- Periscópio

Azimuth